Há exatos 30 anos morria o cantor Carlos Alexandre

Nesta quarta-feira, 30 de janeiro, completa 30 anos da morte de um dos cantores potiguares que mais brilhou no cenário nacional, o novacruzense Carlos Alexandre. O cantor morreu por volta das 13h, em 30 de janeiro de 1989, após um acidente automobilístico, entre Tangará e São José de Campestre, quando voltava de um show em Pesqueira, em Pernambuco.

Na época o cantor havia lançado recentemente o disco Sei, Sei. No seu repertório de sucessos, encontramos canções como “Feiticeira”, “Cartão Postal”, “Sertaneja” e “A Ciganinha”.

De acordo com matérias publicadas na época, ele foi sepultado, no cemitério de Bom Pastor no dia 31 de janeiro, ao som da multidão cantando Feiticeira.

No acidente morreram Carlos Alexandre, o Baterista e o contrabaixista (esses dois estavam no banco de trás). O motorista que levara o carro até a cidade anterior sobreviveu, pois estava usando o cinto de segurança.

Histórico

“Pedro Soares Bezerra, era o nome verdadeiro de Carlos Alexandre. Nascido no município de Nova Cruz, em 1 de junho de 1957 era filho de Gennaro Bezerra Martins e Antonieta Feconstinny Bezerra.

Sua carreira artística teve início no ano de 1975, quando ainda utilizava o nome de “Pedrinho”. Posteriormente conheceu o radialista da rádio Cabugí de Natal, Carlos Alberto de Souza, que o levou para gravar na RGE um compacto simples com as canções “Arma de Vingança” e “Canção do Paralítico”. o compacto foi um sucesso é “Pedrinho” – já usando o nome de Carlos Alexandre – teve as portas do sucesso abertas. Em seguida lançou o seu maior sucesso: “Feiticeira”.

Uma grande multidão de fiéis e familiares compareceram ao seu velório que ocorreu no ginásio da Nova Esperança em Natal e o seu corpo foi enterrado no Cemitério do Bom Pastor.