RN encerrou 2020 com 1.769 empregos formais gerados, diz Caged

O Rio Grande do Norte finalizou o ano de 2020 com um saldo positivo de 1.769 empregos com carteira assinada gerados. A informação consta nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (28) pelo Ministério da Economia. 

O saldo positivo é a diferença entre as contratações e as demissões ao longo de 12 meses. De janeiro a dezembro do ano passado, o estado potiguar contabilizou 137.454 admissões contra 135.685 desligamentos. Apesar da pandemia da covid-19 e da consequente crise econômica, o estoque de empregos formais no RN, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, chegou a 429.385. Isso representa um crescimento de 0,67% em relação ao estoque de referência, de 1º de janeiro de 2020.

Foto: Reprodução/Caged

Os dados do Caged mostraram a evolução do saldo de geração de empregos. Nos primeiros cinco meses do ano, observa-se uma retração na abertura de postos de trabalhos, já que todos os saldos referentes a esse período foram negativos. O pior cenário foi registrado em abril, com saldo negativo de – 9.749. A partir de junho, os números voltam a crescer e os saldos seguem positivos até novembro, com destaque para o mês de agosto, cuja geração de empregos atingiu o saldo positivo de 5.884. Em dezembro, o RN apresentou nova queda, com saldo de – 853 empregos.  

Os setores de construção e comércio foram os que geraram mais postos de trabalho em 2020. A construção civil teve uma variação positiva de 5,16%, resultado das 21.481 contratações contra 20.013 demissões. No caso do comércio, a variação foi de 1,97%, com 33.686 admissões contra 31.463 desligamentos. 

Dos estados do Nordeste, com relação ao saldo de empregos gerados, o RN ficou atrás apenas do Maranhão (19.753), Ceará (18.546), Paraíba (5.152) e Alagoas (4.595). Em se tratando do âmbito nacional, o Brasil fechou o ano de 2020 com a geração de 142.690 postos de trabalho. De janeiro a dezembro do ano passado, foram 15.166.221 admissões e de 15.023.531 desligamentos. O estoque de empregos formais no país chegou a 38.952.313 vínculos, o que representa uma variação de 0,37% em relação ao estoque de referência.