RN tem 34 mortes causadas pela COVID-19 e outras 8 em investigação

Com cinco óbitos confirmados nas últimas 24 horas, o número de mortes ocasionadas pela COVID-19 passa a 34 no Rio Grande do Norte. Outras oito seguem sob investigação. 

Ipanguaçu, Ceará-Mirim e Parnamirim passam a compor o grupo das cidades potiguares com mortes confirmadas, totalizando 16 delas. Mossoró (8), Natal (8), São Gonçalo do Amarante (2) Tenente Ananias (2), Apodi (1), Cerro Corá (1), Lagoa de Pedras (1), Taipu (1), Assú (1) e Canguaretama (3), Encanto (1), Touros (1), São Rafael (1) e Ceará-Mirim (1), Ipanguaçu (1), Parnamirim (1).

A rede hospitalar disponível para internação de pacientes com a COVID-19 tem atualmente 107 pacientes dos quais 65 estão em leitos de Unidade de Terapia Intensivo (UTI) e Centro de Terapia Intensivo (CTI). Dentre o total de internados, 42 apresentam sintomas suspeitos da infecção do coronavírus e 65 já tem o resultado positivo do teste. A taxa de ocupação foi reduzida para 28,5%, antes era de 33,6%. Porém existe uma variação diferente entre as regiões. Em Natal e Mossoró as taxas de ocupação são maiores enquanto na região do Seridó e Alto-Oeste.

Os dados divulgados, no final da manhã desta quinta-feira (23), trazem 3.086 casos suspeitos, 2.682 descartados, 708 confirmados e 289 recuperados. 

A previsão da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap) é de que no final de semana novos leitos passem a funcionar no estado. A informação foi passada pelo secretário adjunto de saúde Petrônio Spinelli. “Gostaria de lembrar que esses leitos serão distribuídos entre vários serviços. Serviços que tratam COVID-19 e serviços que precisam ter leitos COVID-19, como por exemplo, maternidades, oncologia, assistência à crianças, cirurgias, traumatologia, esses hospitais que fazem atendimento geral, eles precisam também ter leitos COVID-19”. 

 Ele informou ainda que os hospitais de atendimento geral para outras doenças, como maternidades devem reservar leitos para atendimento e pacientes com a COVID-19, pois os hospitais preparados para o recebimento específico de pacientes com a doença não vão atender emergências, somente irão se ocupar com a recepção de pacientes encaminhados.